
Despedida de Jaguar, ícone do cartunismo brasileiro
O renomado cartunista Sérgio de Magalhães Gomes Jaguaribe, mais conhecido como Jaguar, faleceu hoje, aos 93 anos. Internado no hospital Copa D'or, no Rio de Janeiro, ele lutava contra uma pneumonia.
Jaguar iniciou sua trajetória artística em 1952, aos 20 anos, na revista Manchete. Sua carreira foi marcada pela irreverência e pelo humor crítico, sendo um dos fundadores de O Pasquim em 1969, um jornal que se tornou símbolo de resistência contra a ditadura militar brasileira.
Além de O Pasquim, Jaguar colaborou com diversas publicações ao longo de sua carreira, incluindo a Revista Civilização Brasileira, Revista da Semana, Pif-Paf, Última Hora e Tribuna da Imprensa. Sua contribuição para a cultura e política brasileiras é inestimável.
Entre suas obras publicadas, destacam-se os livros "Átila, Você é Bárbaro" e "Ipanema, Se Não Me Falha a Memória", que capturam seu estilo único e mordaz.
O Legado de Jaguar
A morte de Jaguar deixa um vazio significativo no cenário cultural do Brasil. Sua habilidade de usar o humor para desafiar o status quo inspirou e continua a inspirar novas gerações de cartunistas e artistas.
Qual será o impacto da sua ausência na cena cultural brasileira?
Enquanto o país lamenta sua perda, a importância de seu trabalho permanece viva, ecoando através das décadas de contribuições para a liberdade de expressão e crítica social.